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Dor transformada em arte. Icone mexicana que pintou seu corpo quebrado e espirito inabalavel.
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Jornada de vida
Frida Kahlo nasceu em Coyoacán na famosa Casa Azul onde viveria maior parte de sua vida e criaria suas pinturas mais icônicas.
Frida contraiu poliomielite que deixou sua perna direita mais curta e fina, primeira de muitas provações físicas que marcariam sua vida.
Frida ingressou na prestigiosa Escola Nacional Preparatória como uma das poucas alunas, planejando estudar medicina enquanto observava Diego Rivera pintar murais.
Frida sofreu devastador acidente de ônibus que fraturou sua coluna, pelve, costelas e perna, ferimentos que causariam dor crônica por toda sua vida.
Durante longa recuperação do acidente, Frida começou a pintar usando cavalete especial e espelho, iniciando a carreira artística que a tornaria ícone.
Frida ingressou no Partido Comunista Mexicano, compromisso político que manteria ao longo de sua vida e influenciaria sua arte.
Frida casou-se com o famoso muralista Diego Rivera, iniciando relacionamento tempestuoso marcado por amor apaixonado, infidelidades e dois casamentos.
Frida acompanhou Rivera aos Estados Unidos para suas comissões de murais, passando anos em São Francisco, Nova York e Detroit.
Frida sofreu aborto espontâneo devastador em Detroit, experiência que inspirou algumas de suas pinturas mais poderosas e pessoais.
Leon Trotsky e sua esposa buscaram asilo na Casa Azul de Frida, Frida tendo breve caso com o revolucionário exilado.
Frida realizou sua primeira exposição individual na Galeria Julien Levy em Nova York, conquistando aclamação crítica e reconhecimento internacional.
Frida divorciou-se de Diego Rivera após descobrir seu caso com sua irmã, separação devastadora que inspirou algumas de suas obras mais dolorosas.
Frida casou-se novamente com Diego Rivera em São Francisco, seu relacionamento continuando apesar da dor mútua e infidelidades contínuas.
Frida finalmente recebeu primeira exposição individual no México, comparecendo em sua cama enquanto sua saúde deteriorava rapidamente.
Frida Kahlo morreu em sua amada Casa Azul, suas últimas palavras em seu diário: 'Espero que a partida seja alegre, e espero nunca voltar.'