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Poeta da angústia existencial. Voz principal do Romantismo português que questionava o sentido da vida.
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Jornada de vida
Antero de Quental nasceu em Ponta Delgada, Açores, em uma família nobre. Seu pai era oficial da marinha e sua mãe escritora.
Aos 11 anos, Antero de Quental inicia sua educação em uma escola jesuíta em Lisboa, onde recebe uma rigorosa educação clássica.
Quental matricula-se na Universidade de Coimbra para estudar direito, onde se envolve profundamente em círculos literários e políticos.
Quental publica sua primeira coleção de poemas, 'Primaveras', que marca o início de sua carreira literária e sua associação com o movimento Romântico português.
Quental, junto com outros jovens escritores, funda o grupo literário 'Seara Nova', que visa promover novas ideias e modernizar a literatura portuguesa.
Quental publica 'Odes Modernas', uma coleção de poemas que se torna um marco na literatura portuguesa, mesclando Romantismo com temas sociais e filosóficos.
Quental começa a participar ativamente de debates e movimentos políticos, defendendo reformas democráticas e a modernização da sociedade portuguesa.
Quental viaja para Paris, onde se imerge na vida cultural e intelectual da cidade, enriquecendo ainda mais suas perspectivas literárias e filosóficas.
Após suas viagens, Quental retorna a Portugal e continua suas atividades literárias e políticas, tornando-se figura proeminente no cenário cultural.
Quental publica 'A Lira de Dores', uma coleção de poemas que reflete suas profundas preocupações filosóficas e existenciais, solidificando sua reputação como poeta de destaque.
Quental ingressa na Maçonaria, alinhando-se com uma rede de indivíduos comprometidos com reformas sociais e políticas.
Quental é eleito para o Parlamento Português, onde defende políticas progressistas e reformas educacionais, refletindo seu compromisso com a mudança social.
Desiludido com o processo político, Quental renuncia ao seu assento no Parlamento, voltando seu foco para a literatura e filosofia.
Quental publica 'A Lira dos Tempos', uma coleção de poemas que explora temas históricos e filosóficos, cimentando ainda mais seu legado como poeta e pensador.
A saúde de Quental começa a declinar, afetando sua produtividade e levando a períodos de depressão e isolamento.
Quental retira-se para a casa de sua família nos Açores, onde continua a escrever e refletir sobre sua vida e obra, longe das cenas políticas e literárias.
Antero de Quental morre em Ponta Delgada, Açores, deixando um legado como um dos poetas e pensadores mais influentes de Portugal no século XIX.