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Rei da Sardenha que liderou a primeira guerra de independência italiana contra a Áustria e concedeu o Estatuto Albertino.
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Jornada de vida
Carlo Alberto Amedeo nasceu do Príncipe Carlo Emanuel de Saboia e da Princesa Maria Anna da Saxônia em Turim, capital do Reino da Sardenha.
Devido às Guerras Napoleônicas, a família de Carlo Alberto foi forçada ao exílio em Paris, onde passou sua primeira infância.
Carlo Alberto iniciou sua educação formal em Florença, onde foi instruído em línguas, história e artes.
Com a queda de Napoleão, Carlo Alberto e sua família retornaram a Turim, marcando o fim de seu exílio.
Carlo Alberto juntou-se ao exército sardo, iniciando carreira que moldaria sua futura liderança e visões políticas.
Carlo Alberto foi nomeado Vice-Rei da Sardenha por seu primo, Rei Vittorio Emanuele I, papel que aumentou sua influência política.
Carlo Alberto desempenhou papel significativo na Revolução de Março no Piemonte, defendendo monarquia constitucional e reformas liberais.
Após o fracasso da Revolução de Março, Carlo Alberto foi forçado a fugir para Paris, onde viveu no exílio por vários anos.
Carlo Alberto retornou a Turim após a morte do Rei Vittorio Emanuele I, reintegrando-se à corte real e retomando suas atividades políticas.
Carlo Alberto casou-se com Maria Teresa da Áustria, fortalecendo laços políticos entre a Casa de Saboia e os Habsburgos.
Carlo Alberto foi nomeado Duque de Gênova, título que solidificou ainda mais sua posição dentro da família real e do reino.
Como Duque de Gênova, Carlo Alberto continuou a defender reformas liberais, incluindo o estabelecimento de governo mais democrático.
Após a abdicação do Rei Carlo Felice, Carlo Alberto ascendeu ao trono como Rei da Sardenha, iniciando seu reinado com compromisso de reforma.
Carlo Alberto emitiu o Estatuto Albertino, constituição que estabeleceu parlamento e limitou poderes da monarquia, marcando passo significativo rumo à governança liberal.
Carlo Alberto liderou a Sardenha na Primeira Guerra de Independência Italiana contra a Áustria, visando libertar Lombardia e Vêneto.
Após reveses militares e pressão política, Carlo Alberto abdicou em favor de seu filho, Vittorio Emanuele II, e partiu para o exílio.
Carlo Alberto morreu no Porto, Portugal, onde vivia no exílio, deixando legado de reforma e contribuição para a unificação italiana.