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"Absolutista" Miguel: Perdeu o trono, agarrou-se ao poder, Portugal mudou para sempre.
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Jornada de vida
Miguel de Bragança, futuro Rei Miguel I, nasceu do Príncipe Pedro Carlos e da Infanta Carlota Joaquina.
Miguel inicia sua educação formal, recebendo instrução em línguas, história e assuntos militares.
Miguel recebe o título de Duque de Bragança, um título tradicional para herdeiros do trono português.
Miguel, apesar de suas visões conservadoras, participa da revolução liberal que varreu Portugal.
Miguel recusa jurar lealdade à nova constituição liberal, alinhando-se com forças absolutistas.
Devido à sua oposição à constituição liberal, Miguel é exilado para o Brasil, onde permanece por vários anos.
Após a morte de seu irmão, Rei Pedro IV, e a abdicação em favor de sua sobrinha Maria, Miguel assume o trono.
Miguel casa-se com Maria Teresa da Áustria, fortalecendo seus laços com as casas reais conservadoras europeias.
Miguel impõe políticas absolutistas estritas, dissolvendo as Cortes e suprimindo a oposição liberal.
As forças de Miguel derrotam as forças liberais leais a seu irmão Pedro, consolidando seu controle sobre o país.
Miguel enfrenta resistência significativa no Porto e na Batalha de Aljubarrota contra forças liberais.
As forças de Miguel são decisivamente derrotadas na Batalha de Évora Monte, encerrando a guerra civil.
Miguel abdica do trono e é exilado para a França, encerrando seu reinado como rei absolutista de Portugal.
Miguel e sua família estabelecem-se em Módena, Itália, onde vive em relativa obscuridade.
Miguel visita secretamente Portugal, esperando avaliar o apoio para um potencial retorno ao poder.
Miguel I morre em Savona, Itália, marcando o fim de sua vida e legado como o último rei absolutista de Portugal.