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Dias: Contornou o Cabo de Africa, abriu a rota comercial para o Oceano Indico.
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Jornada de vida
Bartolomeu Dias nasceu em uma família nobre com forte tradição marítima. Seus ancestrais haviam servido na corte portuguesa e participado das primeiras explorações atlânticas.
O jovem Dias recebeu educação em matemática, astronomia e navegação na corte real, preparando-o para uma carreira na exploração marítima.
Dias entrou ao serviço da corte real, onde ganhou experiência em administração marítima e aprendeu com navegadores experientes sobre exploração atlântica.
Bartolomeu casou-se com Maria Dias e estabeleceu sua família em Lisboa. O casamento conectou-o a outras famílias marítimas influentes em Portugal.
Dias transitou do serviço na corte para comando naval ativo, participando de expedições ao longo da costa africana e ganhando experiência prática de navegação.
Dias acompanhou a expedição de Diogo de Azambuja para estabelecer o Castelo de Elmina na Costa do Ouro, aprendendo sobre navegação costeira africana e comércio.
O Rei D. João II nomeou Dias para liderar uma expedição para encontrar uma rota marítima ao redor da África até a Índia, o projeto naval português mais ambicioso até então.
Dias partiu com três navios e uma tripulação de marinheiros experientes, carregando pilares de pedra (padrões) para marcar reivindicações portuguesas ao longo da costa africana.
Após ser levado para o sul por tempestades, Dias contornou a ponta sul da África sem vê-la. Ele inicialmente o chamou de Cabo das Tormentas antes de D. João II renomeá-lo para Cabo da Boa Esperança.
Dias retornou a Lisboa após 16 meses, tendo provado que uma rota marítima para a Índia era possível. Sua descoberta foi uma das mais significativas na Era das Explorações.
Dias serviu como conselheiro-chefe para planejar futuras expedições à Índia, compartilhando seu conhecimento sobre ventos, correntes e condições de navegação ao redor da África.
Dias supervisionou o projeto e construção de navios melhorados para a expedição planejada à Índia, incorporando lições aprendidas de sua viagem ao redor da África.
Sob o novo Rei D. Manuel I, Dias continuou a servir como conselheiro especialista em exploração marítima, ajudando a planejar a expedição que alcançaria a Índia.
Dias acompanhou a frota de Vasco da Gama até as Ilhas de Cabo Verde, compartilhando sua expertise antes de retornar com navios de abastecimento a Portugal.
Dias juntou-se à frota de 13 navios de Cabral com destino à Índia, comandando uma das embarcações. Esta frota acidentalmente descobriria o Brasil no caminho.
Dias pereceu quando seu navio afundou em uma violenta tempestade perto do cabo que havia descoberto. Quatro navios da frota de Cabral foram perdidos, incluindo a embarcação de Dias. Ele morreu à vista de sua maior descoberta.