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Nascido gago, praticou com pedras na boca até as suas palavras poderem abalar impérios. Os seus avisos contra Filipe da Macedónia ainda ecoam.
Iniciadores de conversa
Jornada de vida
Demóstenes nasceu em família rica em Atenas. Seu pai era fabricante bem-sucedido de facas e espadas.
Aos sete anos, Demóstenes ficou órfão e herdou fortuna substancial. Seus tutores administraram mal sua herança.
Demóstenes, agora adulto, processou seus tutores por má administração de sua herança.
Após série de batalhas legais, Demóstenes venceu seus processos e recuperou porção significativa de sua herança.
Demóstenes entrou na arena política, proferindo seu primeiro discurso público, 'Sobre os Quadros Navais'.
Demóstenes proferiu a Primeira Filípica, poderoso discurso alertando Atenas sobre a ameaça de Filipe II da Macedônia.
Demóstenes proferiu a Segunda Filípica e liderou várias missões diplomáticas para formar alianças contra Macedônia.
Demóstenes opôs-se à Paz de Filócrates, tratado que reconhecia hegemonia de Filipe II na Grécia.
Demóstenes proferiu a Terceira Filípica, seu discurso mais famoso, clamando apaixonadamente por resistência ateniense.
Demóstenes proferiu a Quarta Filípica e os discursos Olínticos, encorajando apoio à Liga de Olinto.
Demóstenes testemunhou a derrota das forças gregas aliadas por Filipe II na Batalha de Queroneia.
Filipe II foi assassinado e seu filho Alexandre, o Grande, ascendeu ao trono.
Demóstenes proferiu poderosa oração fúnebre para os soldados atenienses mortos em Queroneia.
Demóstenes foi brevemente exilado de Atenas mas depois foi chamado de volta.
Demóstenes opôs-se às demandas de Antípatro, regente da Macedônia.
Fugindo das forças macedônias, Demóstenes refugiou-se no templo de Poseidon em Calaúria. Suicidou-se tomando veneno para evitar captura.