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O rei perdido de Portugal. Pretendente que lutou ate seu ultimo suspiro contra a absorcao espanhola.
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Jornada de vida
António nasceu como filho ilegítimo do Infante Luís, Duque de Beja, e Violante Gomes. Apesar de sua ilegitimidade, mais tarde reivindicaria ser legítimo e perseguiria o trono português.
António iniciou sua educação formal em Lisboa, recebendo instrução em teologia, idiomas e artes que o preparariam para uma carreira na Igreja.
António foi nomeado Prior do Crato, uma posição prestigiosa na Ordem de Malta que lhe proporcionou renda significativa e status na sociedade portuguesa.
António empreendeu uma missão diplomática à corte inglesa, ganhando experiência em assuntos internacionais e construindo conexões com potências europeias.
António foi forçado ao exílio temporário após conflitos com a corte portuguesa, passando tempo no Norte da África e ganhando experiência militar.
António participou da desastrosa Batalha de Alcácer-Quibir, onde o Rei Sebastião de Portugal morreu, desencadeando a crise de sucessão que definiria a vida posterior de António.
Após a morte do Cardeal Henrique, António foi proclamado Rei de Portugal em Santarém, tornando-se António I de Portugal, embora seu reinado fosse breve devido à oposição espanhola.
Com a morte do Cardeal Henrique, António reivindicou o trono português baseado em sua descendência do Rei Manuel I, opondo-se à reivindicação de Filipe II da Espanha.
As forças de António foram derrotadas pelo exército espanhol na Batalha de Alcântara, encerrando seu breve reinado como António I e forçando-o ao exílio permanente.
António fugiu para a França, onde recebeu apoio de Catarina de Médici e da corte francesa, que o viam como um peão útil contra o poder espanhol.
António viajou à Inglaterra buscando apoio da Rainha Elizabeth I para suas tentativas de recuperar o trono português, recebendo alguma assistência financeira e naval.
António organizou uma frota de invasão com apoio francês para recapturar os Açores do controle espanhol, embora a tentativa tenha falhado na Batalha Naval da Terceira.
António residiu brevemente em Bruxelas, continuando seus esforços diplomáticos para construir uma coalizão contra o domínio espanhol em Portugal.
António continuou suas atividades diplomáticas nos Países Baixos, mantendo conexões com potências protestantes opostas à hegemonia espanhola.
António passou seus anos finais em Paris, empobrecido e amplamente esquecido, enquanto suas esperanças de recuperar o trono português desvaneciam completamente.
António morreu em Paris, sem nunca ter recuperado o trono português. Foi enterrado na Igreja dos Cordeliers, deixando um legado como o último pretendente à independência portuguesa antes da União Ibérica.